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Pequeno empréstimo, grande resultado
Publicado: 2009-09-18 Tópico:Crédito Habitação
Casos Reais
Miguel M., designer gráfico de 32 anos residente no Porto, herdou em Janeiro de 2009 uma propriedade que pertencia ao seu avô, situada no coração da cidade, devido ao falecimento desse seu familiar. Tratava-se de um apartamento de tipologia T3, com óptimas divisões, áreas, terraço e quintal, mas a precisar de algumas obras de recuperação e restauro.
Depressa se apercebeu que, para que o velho apartamento voltasse a ser habitável e se tornasse aprazível para eventualmente alugar 2 dos quartos, precisava de remodelar a cozinha, renovar a pintura, reparar o soalho e mais um sem-número de pequenos arranjos que iriam valorizar a casa.
Perante esta constatação, começou a solicitar orçamentos a vários profissionais e empresas da área da construção civil e restauro de interiores. Com os primeiros orçamentos, cujo custo superava bastante as expectativas iniciais, chegou a considerar a possibilidade de arrancar pessoalmente com os trabalhos de reparação e restauro, solicitando ajuda ao João T., um amigo que trabalhava no ramo. Mas, após uma análise às necessidades do apartamento, depressa o amigo o convenceu que de facto mais valia contratar profissionais, pois sozinho dificilmente obteria os resultados desejados.
Com orçamentos da parte de empresas que o João T. indicou, bem referenciadas na relação custo-qualidade, o Miguel começou finalmente a planificar as obras de uma forma concreta. Já só faltava o financiamento.
Benefícios fiscais
Como não se justificava uma reconstrução completa da habitação, mas apenas uma reparação, para poder financiar as obras realizadas no seu apartamento Tomé recorreu a um crédito pessoal.
O crédito pessoal é indicado para pequenos montantes, para quem pensa em reconstruir, reparar ou remodelar a casa. Para quem tem casa própria, a opção de financiamento mais vantajosa é o crédito pessoal, pois nestes casos os empréstimos concedidos para realizar obras na habitação permanente permitem deduzir no IRS parte do valor de amortização e juros pagos anualmente, tal como acontece no crédito à habitação.
Em média, o montante do crédito pedido para este tipo de fins varia entre 500€ e 25.000€. O Miguel optou por pedir um crédito pessoal no valor de 20.000€, ficando obrigado a pagar ao banco uma prestação mensal de 364,69€ durante 84 meses.
Feitas as obras e com o apartamento totalmente remodelado, ocupou um dos quartos e alugou os 2 restantes a universitários por 200,00€ cada. Ou seja, aumentou o valor do seu imóvel a custo zero, em apenas 7 anos terá pago o crédito pessoal que pediu e passará então a ter no imóvel uma fonte de rendimento.

