Início > Crédito Pessoal > Crédito Pessoal > Crédito malparado
Pesquise no site
  Junte-se a nós no Facebook
ARTIGO

Crédito malparado

Publicado: 2009-12-14         Tópico:

Crédito Pessoal

Crédito malparado

Escamotear a real capacidade financeira do cliente para pagar dinheiro emprestado com a ?peneira? do crédito rápido e simples pode conduzir a pequenos e grandes insucessos financeiros, para as instituições de crédito, e a tragédias familiares e pessoais para os clientes que contraem este tipo de produto financeiro. Este acesso ?democrático? aos bens e serviços, nada tem de errado ou ilegítimo, por princípio, mas esconde ratoeiras que o decurso da vida e os seus imprevistos se encarregam de desvendar. Quando se verifica a impossibilidade do devedor cumprir as suas obrigações, por não possuir património suficiente que as satisfaça, o crédito concedido torna-se incobrável, ou seja, malparado.

O crédito malparado aponta, assim, o dedo para um processo de análise e concessão de empréstimo sem observar alguns critérios de elegibilidade e pode ser indício de falta de boas práticas por parte da entidade financeira.

Outras razões que estão na origem do crédito malparado devem-se ao sobreendividamento, subida acentuada das taxas de juros e o planeamento incongruente do orçamento familiar. Existem dois tipos de resposta para consertar o crédito malparado: o reescalonamento dos prazos das dívidas e a liquidação. Qualquer uma das escolhas passa por negociação com a entidade credora para chegar a uma solução viável.

 

Os 3 D's

Desemprego, Divórcio e Doença perfazem a ?trindade? fustigadora que mais frequentemente desmorona, ou pelo menos abala, a estrutura económica do agregado familiar, repercutindo-se no cumprimento das obrigações de crédito.

O desemprego pode ser atenuado tentando socorrer-se dos subsídios previstos pelo Instituto da Segurança Social através do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP). Também o seguro, aquele que está geralmente associado ao crédito, prevê o pagamento das cobranças mensais por um prazo pré-estabelecido.
Em caso de divórcio a situação agrava-se pelo acréscimo de despesas ou o aumento da participação das mesmas, por isso, a avaliação da prioridade de cada consumo e prospecção de oportunidades de poupança são ferramentas fundamentais.
Na doença, o Serviço Nacional de Saúde pode ser uma ajuda na comparticipação de medicamentos e tratamentos para além da cobertura do seguro de saúde que possua.





DESTAQUES

Biz Money